Não percebo, confesso que não compreendo minimamente essa incapacidade de certos seres humanos, que se dizem humanos, de ficarem felizes com a felicidade de outrem!
Esse egoísmo horrendo pela incapacidade de aceitar toda e qualquer luz brilhante e radiante que o outro emana por não serem capazes de brilhar e ter luz própria!
Essa vaidade inqualificável por não aceitarem que o outro tenha o mesmo, ou parecido sequer, que esses ditos seres humanos - já para não falar no inconcebível que seria se o outro tivesse mais!
Essa atroz frustração por verem tantos sucessos genuinamente alcançados com todo o empenho, dedicação e muito trabalho, por serem tão incapazes de viver sucessos próprios!
Esse ciúme demasiadamente doentio de não conseguirem, diria mesmo suportarem, tanta auto-estima, optimismo e confiança, por serem inábeis de sair do pessimismo e negatividade a que se entregaram!
Esse despeito colossal pela incapacidade de aceitar que a voz do outro seja ouvida, compreendida e reconhecida, por quererem todos os aplausos, todas as atenções concentradas neles e só neles mesmos!!
Essa inveja horrenda pela felicidade de outrem, pela extraordinária capacidade que tantos lindos seres humanos têm em conseguirem limpar todas as lágrimas derramadas e substitui-las pelos sorrisos mais puros e singelos... pela excepcional mestria em levantarem-se sempre de cabeça erguida após tantas quedas - impensável para esses ditos seres humanos, por só se sentirem bem, diria mesmo sentirem-se alguém, com a tristeza alheia!
Tantos sentimentos mesquinhos e pequenos por não passarem de mal-amados que tantas vezes usam essa inveja que pelo outro sentem como desculpa pela incapacidade própria de sentirem... de pura e simplesmente... serem!
Esse egoísmo horrendo pela incapacidade de aceitar toda e qualquer luz brilhante e radiante que o outro emana por não serem capazes de brilhar e ter luz própria!
Essa vaidade inqualificável por não aceitarem que o outro tenha o mesmo, ou parecido sequer, que esses ditos seres humanos - já para não falar no inconcebível que seria se o outro tivesse mais!
Essa atroz frustração por verem tantos sucessos genuinamente alcançados com todo o empenho, dedicação e muito trabalho, por serem tão incapazes de viver sucessos próprios!
Esse ciúme demasiadamente doentio de não conseguirem, diria mesmo suportarem, tanta auto-estima, optimismo e confiança, por serem inábeis de sair do pessimismo e negatividade a que se entregaram!
Esse despeito colossal pela incapacidade de aceitar que a voz do outro seja ouvida, compreendida e reconhecida, por quererem todos os aplausos, todas as atenções concentradas neles e só neles mesmos!!
Essa inveja horrenda pela felicidade de outrem, pela extraordinária capacidade que tantos lindos seres humanos têm em conseguirem limpar todas as lágrimas derramadas e substitui-las pelos sorrisos mais puros e singelos... pela excepcional mestria em levantarem-se sempre de cabeça erguida após tantas quedas - impensável para esses ditos seres humanos, por só se sentirem bem, diria mesmo sentirem-se alguém, com a tristeza alheia!
Tantos sentimentos mesquinhos e pequenos por não passarem de mal-amados que tantas vezes usam essa inveja que pelo outro sentem como desculpa pela incapacidade própria de sentirem... de pura e simplesmente... serem!

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