Como era bom ser criança, a idade da inocência e pureza, sem grandes preocupações e onde os nossos únicos problemas eram mesmo as subtrações e multiplicações da matemática.
Jogar, correr, saltar era o que sabia fazer de melhor e não eram as quedas após quedas e joelhos arranhados que me privava de fazer aquilo que mais gostava - brincar!
A minha imaginação tão fértil e tão cheia de criatividade levava-me bem longe, por entre nuvens e arco-íris, o conhecido e desconhecido, voando livremente, mesmo sem nunca ter levantado vôo.
Mesmo na escolinha, a curiosidade fazia-me sempre querer aprender mais e mais, muitas vezes o muito parecia pouco e muitas vezes, sedenta de conhecimento e sabedoria, colocava os meus pais em situações indelicadas por não me contentar nem com um "sim ou não" e teimava no tantas vezes inquietante "porquê?".
Mesmo quando chegava a casa, corria para o colo dos meus pais com aquela ansiedade de contar-lhes tudo o que aprendera, na esperança que eles também aprendessem qualquer coisa comigo.
Jogar, correr, saltar era o que sabia fazer de melhor e não eram as quedas após quedas e joelhos arranhados que me privava de fazer aquilo que mais gostava - brincar!
A minha imaginação tão fértil e tão cheia de criatividade levava-me bem longe, por entre nuvens e arco-íris, o conhecido e desconhecido, voando livremente, mesmo sem nunca ter levantado vôo.
Mesmo na escolinha, a curiosidade fazia-me sempre querer aprender mais e mais, muitas vezes o muito parecia pouco e muitas vezes, sedenta de conhecimento e sabedoria, colocava os meus pais em situações indelicadas por não me contentar nem com um "sim ou não" e teimava no tantas vezes inquietante "porquê?".
Mesmo quando chegava a casa, corria para o colo dos meus pais com aquela ansiedade de contar-lhes tudo o que aprendera, na esperança que eles também aprendessem qualquer coisa comigo.
E já na caminha, aguardava sonolenta pelo último aconchego, pelo último beijinho de Boa noite que mesmo tarde, sempre vinha!
Mesmo quando as coisas não corriam bem, e por muito que os pais tentassem disfarçar, eu sabia sempre que as coisas não estavam bem e por meio de beijinhos e colinhos, festinhas e abracinhos, e até algumas palhaçadas (o meu vocabulário e falta de experiência ainda não me permitia fazer aquelas frases de motivação e alento) tentava mostrar-lhes que tudo iria ficar bem.
Comecei a construir os meus sonhos, alguns tão desfasados da realidade, mas nada disso importava, pois era tão feliz com os meus sonhos de criança!!
Eu sou adulta porque a idade, a experiência e sabedoria e até algumas dores assim o dizem, mas meu coração será sempre de uma criança com tantos sonhos ainda por realizar!!
Sou e serei sempre uma grande criança grande!!
Comecei a construir os meus sonhos, alguns tão desfasados da realidade, mas nada disso importava, pois era tão feliz com os meus sonhos de criança!!
Eu sou adulta porque a idade, a experiência e sabedoria e até algumas dores assim o dizem, mas meu coração será sempre de uma criança com tantos sonhos ainda por realizar!!
Sou e serei sempre uma grande criança grande!!

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